terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Marcados em uma tarde de outono

"Já era 23:50 hrs e eu não conseguia
dormir,quando de repente veio essa
história na minha cabeça,peguei o papel
e a caneta e comecei a escrever tudo.
Estou pensando em fazer tipo um livro
dessa história,com mas detalhes e ir postando aqui"

Naquele tarde de outono,tudo era tão normal para todos os habitantes daquela pequena cidade do interior.
Mas para Cristiana e Bernado seria um dia muito especial,o amor que eles sentiam ficaria marcado.
Eles sempre se amaram,mas era um amor proibido,seus pais tinham muita rivalidade,e não permitiam o namoro dos dois por hipótese nenhuma,por isso eles namoravam escondido.
Um certo dia,ao ouvirem que seus pais iam guerrear por um pedaço de terra,resolveram assumir para todos que apesar da proibição dos seus pais,eles se amavam e estavam juntos.
O plano deles era chamar a atenção de todos,assim seus pais se preocupariam em impedir o namoro e deixariam a guerra para outro dia.
Eles marcaram no tronco de uma árvore as iniciais dos seus nomes com uma frase,"BC-amor eterno";De início o plano deu certo,mas na tarde seguinte uma nova guerra foi travada,quem conseguiria derrubar aquela árvore primeiro.
Os pais deles tentaram por duas vezes cada um,até que começou de repente uma ventania,todos correram para casa;Meia hora depois a ventania já havia passado,e todos saíram curiosos para ver o estrago,todas as árvores haviam caído,menos uma,a que estava marcada com as iniciais do casal,continuava lá,intacta.
Naquele momento os pais de Cristiana e Bernado percebeu que um amor como aquele ninguém conseguiria destruir e então deixou que eles ficassem juntos,algumas brigas continuavam entre eles,mas sempre se resolviam.
Cristiana e Bernado continuaram juntos até os cem anos,quando morreram.
Na tarde de outono o amor deles nasceu naquela árvore,e no dia da sua morte a lenda do amor marcado nasceu naquela mesma árvore .
A lenda dizia que o casal que tivesse os nomes marcados naquela árvore,em uma tarde de outono,teriam amor eterno.

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