terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Ninguém é igual a ninguém


Li esse livro quando estava na 3ª série,eu tinha por volta de 10 ou 11 anos. Hoje arrumando algumas coisas que costumava guardar até os 13 anos,"adesivos diversos,anotações sobre algumas ideias,histórias reinventadas,alguma histórias infantis que inventava para minha irmã caçula,livros e gibis que mais gostava e que ganhava de presente",achei esse livro e me vieram várias ideias na cabeça,além de achar importante colocar aqui algumas frases que achei engraçadas,mas muito bacanas.

Paulinho,meu vizinho da esquerda, é gorducho.Alguns meninos vivem gritando pra ele: "Paulinho,baleia,saco de areia" Ele chora e chora.

Geralmente as crianças costumam fazer isso,mas pode-se notar que muitos adolescentes também tem esse tipo de atitude e até mesmo alguns adultos,as vezes até brincando,mas isso magoa,pode deixar a pessoa com ideia fixa de que tem que ficar magro e leva-la a fazer dietas loucas sem acompanhação médica,causando assim muitos problemas. Portanto eu acho importante os pais ensinarem aos seus filhos desde pequenos,e também quem não quer o mal para si,não deve fazer para os outros.

Já pensou se todos fossem iguais? Acho que as pessoas teriam que andar com o nome escrito na testa para não serem confundidas com as outras.

Essa foi a parte engraçada,todo o mundo com o nome escrito na testa para não ser confundido,imaginem? Eu acho também que o mundo ia ser muito sem graça,o mas legal é ter pessoas de todas as cores,cada um com sua beleza própria,porque um jardim colorido,que é bonito. Encarem a terra como um jardim onde nós somos as flores.

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